Um avião cargueiro Boeing 767 , que fazia entregas para a Amazon, saiu da pista do Aeroporto Internacional de Miami neste domingo (6), cruzou uma estrada que margeia o aeroporto e pegou fogo. Pelo menos cinco pessoas morreram no acidente. O que se sabe Aeronave: Boeing 767 de carga, operado pela companhia 21 Air sob contrato com a Amazon. O acidente: o avião não conseguiu parar dentro da pista, ultrapassou a cabeceira, atravessou uma via pública e acabou em chamas do outro lado da estrada. Vítimas: ao menos 5 mortos. Autoridades alertaram que o número pode ser revisado conforme a investigação avança. Investigação: a causa ainda não foi determinada. Equipes do NTSB (órgão americano de segurança nos transportes) devem assumir a apuração. A operação de carga da Amazon A Amazon mantém uma rede própria de aviões de carga — o chamado Amazon Air — para acelerar entregas nos Estados Unidos. A frota é operada por companhias parceiras, como a 21 Air, que alugam aeronaves e tripulação. O modelo permite escala rápida, mas também distribui a responsabilidade operacional entre várias empresas. Segurança aérea e logística Acidentes com cargueiros são estatisticamente mais frequentes do que com aviões de passageiros, em parte porque a frota tende a ser mais antiga e opera com janelas apertadas de manutenção. Este caso reacende o debate sobre os padrões de segurança na aviação de carga — especialmente num momento em que o comércio eletrônico pressiona por entregas cada vez mais rápidas. O reflexo no comércio Eventos como este não afetam diretamente as entregas no Brasil, mas lembram que a cadeia logística global é mais frágil do que parece. Para quem vende online ou depende de importações, diversificar fornecedores e ter plano B de logística não é paranoia — é gestão de risco.