O balanço das enchentes que atingiram a região do Himalaia, na fronteira entre Nepal e China (Tibete) , subiu para 1.318 mortos e 5.624 desaparecidos nesta sexta-feira (4 de setembro), segundo dados combinados das autoridades de gestão de desastres dos dois países. O que aconteceu Chuvas intensas na última semana provocaram enxurradas e deslizamentos de terra em ambos os lados da cordilheira. Comunidades inteiras em áreas montanhosas ficaram isoladas, com estradas destruídas e infraestrutura de comunicação comprometida. O número de desaparecidos supera em muito o de vítimas confirmadas, o que indica que o balanço final tende a crescer à medida que equipes de resgate alcançam regiões remotas. Dimensão do desastre 1.318 mortes confirmadas até 4 de setembro 5.624 pessoas ainda desaparecidas Dois países afetados: Nepal e região autônoma do Tibete (China) Causa principal: enchentes e deslizamentos provocados por chuvas extremas Contexto Desastres naturais na região do Himalaia têm se tornado mais frequentes e severos nos últimos anos. A combinação de degelo acelerado nas geleiras, monções mais intensas e ocupação de encostas instáveis aumenta a vulnerabilidade de milhões de pessoas que vivem nas encostas da cordilheira mais alta do mundo. Solidariedade e ação local Mesmo distante geograficamente, tragédias dessa escala mobilizam comunidades ao redor do planeta. Para quem deseja contribuir, organizações internacionais de ajuda humanitária já estão atuando na região. No dia a dia da sua cidade, apoiar o comércio local — inclusive pelo bood — é uma forma de fortalecer a economia que sustenta as pessoas ao seu redor.